História

A Juventude Feminina de Schoenstatt – JUFEM

A Juventude Feminina de Schoenstatt é um dos ramos femininos do Movimento de Schoenstatt e teve o seu inicio em 15 de Agosto de 1931 na Alemanha onde as primeiras jovens fizeram a sua consagração tornando-se a Geração Fundadora que tinham como lema: "Se quisermos ser geração fundadora, então seremos pra valer".

A primeira Assessora Geral da Juventude foi a Eugênia Maringher, que ingressou no Instituto das Senhoras de Schoenstatt, como jovem profissional que aspirava verdadeiramente os ideais de Schoenstatt, a fidelidade e vinculação ao Fundador.

Foi nomeada como assessora pelo próprio Pe. José Kentenich que disse a frase sobre Eugênia: "Sei em quem pus a minha confiança.”

 

 

Como surgiu a Juventude Feminina de Schoenstatt?

 

A história do Chamamento...

 

Etapa da Sementeira:

Esta etapa abarca todos aqueles anos em que a Juventude Feminina de Schoenstatt, existindo já no coração do Pai, foi lançada como uma semente no solo de Schoenstatt com um nome único e inédito. Transportemo-nos a esses anos...

Em 1920, depois da I Grande Guerra Mundial, chegam as primeiras mulheres a Schoenstatt e forma-se a UNIÃO DAS MULHERES: mulheres jovens e mulheres adultas; mas é só em 1929 que se formam já os primeiros grupos da juventude propriamente dita. São grupos jovens que se vão formando dentro da comunidade mais ampla de mulheres que havia em Schoenstatt.

Estes primeiros grupos caracterizam-se pelo seu espírito heróico próprio de fundadores.

Desde 1929-1930 começam a irradiar a sua vida original. A terra começa a mover-se e a preparar-se para a sementeira.

Em tempos em que os meios de transporte não eram como agora e em que a Europa sofria uma grave crise económica, as jovens fazem grandes sacrifícios para poder participar nas jornadas que se realizam em Schoenstatt. Lá não as esperavam muitas comodidades para se refazerem da viagem longa e esgotante. Numas águas-furtadas alojavam-se cerca de 50 raparigas. Tinham de dormir em sacos de palha colocados no chão e existia uma só torneira, (duche, nem pensar...) uma só torneira para cinquenta. E, embora este local se prestasse para fazer galhofa e conversar, elas esforçavam-se por guardar silêncio durante a noite, para oferecê-lo como Capital de Graças.

Heroísmo, sacrifício, entrega radical e idealismo, são o adubo com que Deus prepara a terra para a hora da sementeira.

 

A Hora da Sementeira: 15 de Agosto de 1931

Estávamos no Verão de 1931. Como em todos os anos, os grupos de Juventude voltam a reunir-se em Schoenstatt.

Como seria esta nova fundação? Quando começaria? Uma jovem propõe o dia 8 de Setembro, por ser o dia do nascimento da Mater. Outra acha que o dia 8 de Setembro é demasiado tarde. Bom, então vamos já começar amanhã! Mas amanhã também já é demasiado tarde. Comecemos hoje mesmo. E é então que se dão conta de que esse dia era 15 de Agosto, dia da Assunção de Maria ao Céu.

Palavras do PE. Kentenich no dia da Fundação :

“É a própria Santíssima Virgem que quer fundar.”

Como tem de ser a Juventude Feminina de Schoenstatt, para que as futuras jovens, que vierem depois, possam olhar para nós como exemplo?

 

Foram dadas algumas respostas:

Deve ser uma juventude penetrada pela missão, de orientação e estilo mariano e que actue apostolicamente, em primeiro lugar através do seu ser.

 

 

COROA

Entremos outra vez no Ano Jubilar de 1939. Decorreram já 25 anos da história de Schoenstatt. O Jubileu é ocasião para eleger a Mãe de Deus como Rainha. O nosso Pai diz que é uma graça especial o facto de que toda a Família esteja tão compenetrada do espírito da Acta de Fundação, que queira reconhecer a MTA como Rainha, na profundidade do PODER EM BRANCO.

Em Maio de 1941, toda a Juventude Feminina reconheceu a Mater como Rainha, entregando-lhe por sua vez como presente, a bandeira do reino.

A juventude de Muenster foi a primeira que teve esta corrente de vida, no dia 18 de Agosto de 1940, abrindo-se assim a porta para a Família total.

Como presente de coroação, as jovens de Muenster ofereceram à MTA não uma coroa, mas uma bandeira, que foi a primeira bandeira no Reino da Juventude e que tinha os seguintes símbolos: a cruz, o lírio, três coroas e um paralelo como expressão do caminho a seguir.

Mas também, que teria sido de nós sem aqueles corações juvenis que entregaram tudo com heroísmo e magnanimidade pela construção da nossa Juventude.

Agradecidas pelo que recebemos, acolhamos a sua herança, assumamos a sua missão, porque Deus hoje também necessita de nós.

Fomos eleitas por Ele para levar ao mundo, tão necessitado e sedento, a nova imagem de mulher, a imagem de Maria.

O terceiro milénio necessita de nós...esta é a nossa hora...

” O que recebestes de vossos pais, conquistai-o para o possuir.”

 

 

Como surgiu a Juventude Feminina de Schoenstatt em Lisboa?


 

Quem conduz a nossa juventude?